Como ganhar dinheiro online de forma sustentável e duradoura

Notas de euro em cima de um computador - como ganhar dinheiro online

Índice

Desde o início do Nomadismo Digital Portugal que já escrevi vários conteúdos sobre como ganhar dinheiro online, tendo até partilhado listas de ideias de negócios online. Contudo, em 2020 decidi reformular ou apagar alguns desses conteúdos mais sensacionalistas, mesmo que fossem precisamente esses artigos a trazer mais tráfego orgânico para o meu website.

A verdade é que quando comecei o Nomadismo, em 2016, não havia assim tanta informação sobre as formas que existiam para se ganhar dinheiro online. Era tudo muito vago. E muitos desses conteúdos eram cópias exatas da realidade americana ou focados no mercado em língua inglesa.

Felizmente, hoje já existem vários artigos, conteúdos e publicações sobre ganhar dinheiro com a internet com conteúdos escritos em português e para o mercado de Portugal.

Neste artigo não quero partilhar contigo mais listas de ideias de negócios online nem o que é que a internet te permite ou não fazer para ganhares dinheiro.

Quero, sim, mostrar-te que a internet é incrível por ser um espectro enorme de possibilidades. Quanto mais rapidamente destruíres o conceito em que muitas pessoas insistem em colocar a monetização online, mais rapidamente vais perceber que podes criar um negócio online que seja sustentável e diferenciador a longo prazo, além de totalmente adaptado a ti, aos teus objetivos, ao teu propósito e ao que tu sentes que és talhado para fazer.

O mundo está a mudar muito rápido e o segredo é…

…não pensares usando apenas, como base da tua reflexão, conceitos e fórmulas dadas por outras pessoas.

Passo a explicar.

Temos tendência em pensar na tecnologia e no digital como uma transição. Fala-se tanto de transitar (as lojas têm de transitar para o online, a educação tem de transitar para as plataformas digitais), mas pouco paramos para pensar no que raio está a acontecer realmente.

A verdade é que este não é um período de transição, mas, sim, um período disruptivo. Estamos a lidar com uma tecnologia disruptiva, que pede um olhar, também ele, disruptivo.

dis·rup·ti·vo1
(latim disruptus, -a, -um, particípio passado de disrumpo, -ere, partir, despedaçar, rasgar, romper, destruir + -ivo)

adjetivo

  1. Relativo a disrupção.
  2. Que causa disrupção, rompimento ou destruição.

dis·rup·ção2
(latim disruptio, -onis, fratura, rutura)

nome feminino

  1. Ato ou efeito de deitar abaixo ou de romper. = DISRUPÇÃO

Se é isso que, efetivamente, está a acontecer, um olhar igual (ao de outras pessoas) ou categórico (replicando o que outras pessoas já implementaram) pode até levar ao sucesso a curto prazo (enquanto ainda estamos na fase de mudança), mas de pouco vai servir quando a curva das forças tecnológicas se sobrepuser à curva tradicional.

E o que raio tem isto tudo que ver com ganhar dinheiro online? Tudo.

Nos últimos anos, com o crescimento da tecnologia, surgiram várias formas de ganhar dinheiro online – umas mais legais (de legalidade mesmo) que outras, umas mais interessantes que outras. Desde a afiliação, ao dropshipping, ao marketing multinível, aos blogues, aos influencers, aos produtos digitais, enfim, são várias as listas que podes encontrar com uma pesquisa rápida no teu motor de busca.

O que aconteceu, e que me aconteceu, é que, apesar de o digital ser um mundo completamente disruptivo, o olhar que muitos de nós temos e trouxemos para a nossa presença no digital digital foi o olhar que temos e trouxemos do mundo «analógico, tradicional».

Fazer mais do mesmo, igual ao que os outros fazem e esperar o mesmo sucesso que eles têm. Isso até pode resultar, mas enche ainda mais o mercado de mesmice, torna as pessoas, no geral, mais burras e com uma visão limitada do que é o mundo e as possibilidades que o digital lhes abre.

Neste artigo vou partilhar contigo alguns dos caminhos apontados para ganhar dinheiro online e explicar-te exatamente o que são, como funcionam, os prós, os contras e a minha visão de sucesso e pertinência dos mesmos a médio e longo prazo.

Diferentes formas de ganhar dinheiro online

Criar um blogue

Não, os blogues não estão mortos. Afinal… estás a ler um artigo num blogue.

O que mudou foi a forma como os blogues se integram no dia a dia das pessoas.

Hoje, o mundo está mais rápido, logo o consumo de informação é também ele mais rápido. No entanto, uma das formas para lidar com o aceleramento é desacelerar e ganhar contexto, perspetiva e refletir.

Diferenças entre blogues e redes sociais

Os blogues são um local perfeito para esse comportamento mais lento, absolutamente necessário para saber lidar com a rapidez do mundo.

É muito difícil consumir informação contextualizada nas redes sociais. Não lhes retiro a relevância e a importância no nosso comportamento digital, mas são plataformas completamente diferentes dos blogues. Clica aqui para leres um ebook que escrevi precisamente sobre a diferença entre as redes sociais e os blogues.

Um blogue dá contexto (nem que seja porque precisamente tu controlas o contexto dos teus conteúdos).

Com efeito, contrariamente a uma rede social, onde não consegues controlar quem aparece acima, ao lado ou abaixo do teu conteúdo, num blogue podes fazê-lo.

O contexto é uma peça essencial para agregar valor e provocar impacto. A mudança mental que as redes sociais pedem devido ao seu formato e rapidez faz com que as mensagens sejam consumidas precisamente da mesma forma: rápida.

O peso dos blogues na Internet

Vamos a dados:

Apesar de isto não significar obrigatoriamente que mais de 39% da internet são blogues (afinal, o WordPress pode ser utilizado para fazer websites estáticos, portfólios, lojas online, fóruns, redes sociais e muito mais), mostra o poder que este sistema, criado em 2003, para facilitar a escrita e a publicação de conteúdo, tem na gestão da informação online.

  • Estima-se que, só no WordPress.com, sejam publicados em média 70 milhões de artigos novos por mês4.

Mais uma vez, o WordPress.com é apenas uma de várias alternativas para fazer um blogue. É aliás até diferente do WordPress.org (que aconselho). Clica aqui para entenderes a diferença entre um e o outro. Não obstante, é impressionante o número de conteúdo publicado em apenas uma plataforma!

  • Estima-se que até ao final de 2020 existam 31,7 milhões de bloggers só nos Estados Unidos5;
  • Nos Estados Unidos, num estudo conduzido em 2018 num grupo de 1452 pessoas entre os 18 e 29 anos, 47% respondeu que lê blogues6.

Pode não parecer uma métrica muito apelativa, se estiveres com um olhar condicionado. A minha forma de ver este estudo é a seguinte: numa amostra de menos de 1500 pessoas, é até bastante satisfatório tantas lerem blogues. Algo que não está claro neste resultado é o que é que as pessoas entendem por “blogue”.

Pessoalmente, gosto mais de pensar numa perspetiva de conteúdo longo do que propriamente de blogue. Não sei se é por ter crescido durante os anos 90/início dos anos 00, em que um blogue era associado diretamente a diário e a vida pessoal e pouco a negócio ou trabalho.

Quando vês websites como este, que mostram o rendimento médio mensal de blogues como o do Ryan Robinson, Johnny FD, Anil Agarwal ou ainda o do Making Sense Of Cents, tens que ter algum grain of salt na leitura. Estes valores têm que ser ditos com muita cautela.

Quando comecei, um dos meus erros foi achar que, ao aplicar o que os americanos faziam e as fórmulas que ensinam, podia também eu ganhar esses valores.

A realidade americana e, sobretudo, escrever em inglês, tem um contexto completamente diferente do nosso em Portugal. Mesmo que o português seja a quarta língua mais falada no mundo, a verdade é que é uma língua com muitas variedades. Para além da questão idiomática, a realidade cultural de um país como os Estados Unidos (que, sozinho, concentra 330 milhões de pessoas, 30 vezes mais do que a população de Portugal!) é muito diferente e propícia a gastar bem mais dinheiro.

Para criares um blogue de sucesso é preciso tempo, paciência e muito trabalho. Afinal, a monetização de um blogue resume-se a um pilar crucial: confiança. As pessoas compram a ti, confiam em ti, seguem a ação que queres provocar porque vêem em ti alguém de quem gostam, quase como um amigo. Tal como nas relações pessoais, não te tornas amigo inseparável de uma pessoa mal a conheces, primeiro precisas de criar uma relação com ela. No digital é a mesma coisa: somos todos pessoas!

Os blogues são um canal poderoso para criares conteúdos de valor, ganhares a confiança dos leitores e ainda ganhares dinheiro com isso. Mas como?

Primeiro, tens de entender que ganhar dinheiro com um blogue não é um caminho rápido. É algo que demora tempo. Afinal, a confiança é algo racional, difícil de construir e muito frágil. Logo, demora a ser criada.

As formas de ganhares dinheiro com um blogue são várias e explorei cada uma em detalhe neste post bem longo: Ganhar dinheiro com um blog: vamos desmistificar o tema?.

Trabalhar com afiliação

Ser afiliado de um produto ou serviço significa que terás de promover esse produto e incentivar as pessoas a comprá-lo. Se as pessoas comprarem esse produto através da tua recomendação (usando os teus links de afiliado), ganhas uma comissão sobre a venda final. Este método é normalmente de acesso gratuito e é muito fácil de dares os primeiros passos enquanto afiliado.

Para além de ser uma forma de ganhar dinheiro com um blogue, o marketing de afiliados é uma das formas mais populares de ganhar dinheiro na internet.

Apesar de existirem blogues de nicho, dedicados especialmente à promoção de produtos, aconselho-te a que só divulgues produtos e serviços de qualidade. Pensa sempre se seriam produtos que recomendarias aos teus amigos. Garantir a qualidade do produto que divulgas permite aumentar a confiança dos teus leitores.

Explorei em detalhe o tema da afiliação neste artigo: Como ganhar dinheiro online como afiliado?.

Criar uma loja online

Criar um curso online

Criar infoprodutos

Ser Assistente Virtual

Vender fotografias

Fazer trabalhos de revisão

Vender produtos em leilão ou classificados

Vender através de dropshipping

Ser prestador de serviços (freelancer)

Não, não foi engano. Não foi esquecimento nem é nenhum erro. Não coloquei mesmo texto nenhum depois destes subtítulos. E poderia colocar pelo menos mais vinte subtítulos com ideias de como ganhar dinheiro online. Mas não o vou fazer. Porque o digital oferece um espectro tão vasto de opções para ganhar dinheiro online que iria sempre esquecer-me de algo ou deixar algo de fora por desconhecimento da minha parte. Tudo o que sentes que é possível fazer profissionalmente no digital, é possível fazer.

O que precisas de interiorizar é que leres fórmulas, tutoriais ou passo a passo de quem ensina a criar uma atividade profissional no digital não faz de ti esse profissional.

Estamos a sair lentamente das caixas profissionais. Estamos a abandonar a ideia das “saídas profissionais”. Sabes aquela lista que nos apresentam no final de cada ano letivo no secundário? Se vais para Ciências Sociais e Humanas, podes ser jornalista ou psicólogo; se vais para Ciências e Tecnologias, podes ser médico ou engenheiro. Hoje em dia, estas caixas já não fazem sentido nenhum, pois estamos cada vez mais num mundo de competências e não de títulos profissionais.

Dito isto, podes aprender ou desenvolver atividades profissionais à volta de tópicos para os quais não tens nenhuma certificação profissional.

O que é que vais mostrar que sabes? Em que é que és bom e competente?

A resposta a estas perguntas é apenas uma: o teu trabalho.

Por mais paradoxal que isto possa parecer, a sociedade pós-revolução industrial foi construída sob a ideia de disponibilidade profissional. O que fazia de ti um bom trabalhador e profissional para determinado cargo era a tua disponibilidade para fazeres esse trabalho (ou para estudares cinco anos para teres um canudo que te certificasse disponível para tal).

Hoje, num mundo digital, em que o modelo de trabalho já não é linear e previsível como era nas fábricas, o que faz um profissional é o valor que ele agrega. Ou seja, conseguires criar valor na vida da outra pessoa é o que vai determinar o teu sucesso enquanto profissional.

Claro que este mundo digital é ainda reservado a algumas profissões e áreas privilegiadas, sendo alguns trabalhos ainda dependentes do modelo industrial de presença física e disponibilidade laboral. Mas a gig economy, o modelo de prestação de serviços, vai criar uma força profissional cada vez maior que terá como base o valor e a qualidade do seu serviço, sendo este medido diretamente pelo recetor final e não pela cadeia de trabalho (chefes/empresa).

Avalia o que sabes e gostas realmente de fazer – e fá-lo longe de redes sociais

Porquê longe das redes sociais? Porque, se estiveres à procura daquilo que será a base do teu trabalho, estarás condicionado às bases de outras pessoas.

Se estás à espera de ser diferente seguindo fórmulas atrás de fórmulas sem te dares ao trabalho de pensar por ti próprio no momento da aplicação do que estás a aprender, estás a aplicar as respostas e o conhecimento de outras pessoas. Nada disso é verdadeiramente teu. (link)

O que faz os profissionais do digital manterem-se relevantes a longo prazo (pelo menos com uma missão de valorização da vida dos recetores da sua missão) é o facto de serem únicos e de terem uma base impossível de replicar facilmente.

Para isso, pára mesmo e pensa para contigo. O que gostas de fazer? O que fazes com naturalidade? O que é que as pessoas te pedem com regularidade por teres jeito?

Muitas vezes, a resposta está literalmente à nossa frente e presente no dia a dia. Mas, por estarmos tão focados no sucesso e nas trajetórias das outras pessoas, perdemo-nos no nosso próprio caminho.

Trabalhar online permite-te criar um produto, serviço ou posicionamento único, independente de canudos ou de aprovações exteriores.

A avaliação do que és e gostas de fazer é aquilo a que eu chamo de «camada dos interesses», a base da minha pirâmide de área sustentável.

Desconstrói e avalia esta camada (e o resto da pirâmide) lendo o artigo Como encontrar uma área profissional no digital que dê dinheiro de forma sustentável? ou fazendo o meu curso online Descobre a tua área profissional no digital.

A paixão, sozinha, não paga contas

É uma frase que digo e repito muitas vezes.

Vivemos numa altura em que se fala tanto de trabalho com propósito e em sermos felizes a trabalhar, mas em que se esquece de referir que a felicidade passa pelo dinheiro. É certo que o dinheiro não compra felicidade, mas é por isso que a base da minha pirâmide são os interesses. Precisamos de gostar ou ter interesse pelo que fazemos.

O facto de o trabalho ser bom não está apenas associado ao facto de gostarmos de o fazer. Está também associado ao facto de isso nos proporcionar conforto e estabilidade financeira, nos trazer segurança e reforçar sentimentos positivos na nossa vida. Continua a ler para entenderes melhor o que quero dizer com isto. (link)

Fazer apenas aquilo de que gostamos, sem pensarmos se isso nos traz dinheiro e sustentabilidade financeira, é uma grande imaturidade.

Não é difícil trabalhar online, mas é difícil criar uma atividade que nos satisfaça emocional e financeiramente.

Mesmo fazendo um curso online que te ajude, o trabalho vai passar por ti. E implica testar, pensar e errar muito até acertar!

Uma peça que acho essencial para passares da ideia de querer para a realidade de trabalhar e ganhar dinheiro online é a comunidade. Não podes ter medo de partilhar as tuas dúvidas, reflexões e questões com outras pessoas. Quem te vai pagar as contas ao final do mês, qualquer que seja o serviço, produto ou conteúdo que decidas criar, são as pessoas. Não são os números de seguidores ou de likes.

Começa a frequentar sítios onde estão pessoas que entendem e usam o digital no seu dia a dia. Entra em círculos de relações profissionais como é, por exemplo, a Comunidade Digital do Nomadismo. No nosso fórum, as pessoas partilham a sua caminhada, trajetória e perguntas e todos nos ajudamos com mais perguntas e partilhas.

Mas, agora, para não te deixar no vazio, vamos a algumas dicas práticas sobre as diferentes formas que existem para ganhar dinheiro online. Aconselho-te a conheceres um pouco de cada uma e a escolheres a que mais se adequa a ti e à tua forma de ser e de estar.

Referências para começares a ganhar dinheiro online

Cada um destes caminhos abre para centenas de diferentes possibilidades dependendo do nicho, produto, serviço e posicionamento que escolhes. Novamente, todas as escolhas que estiverem devem alinhar-se com conteúdo de qualidade e com a resolução de algum problema/necessidade que um determinado público-alvo tem. Bom trabalho!


  1. “disruptivo” – Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (link)
  2. “disrupção” – Dicionário Priberam da Língua Portuguesa (link)
  3. World Wide Web Technology Surveys – W3Techs (link)
  4. A live look at activity across WordPress.com – WordPress (link)
  5. Number of bloggers in the United States from 2014 to 2020 – Statista (link)
  6. Share of internet users who read blogs on a computer in the United States in 2018, by age – Statista (link)
Krystel Leal
Krystel Leal
Trabalha por conta própria e remotamente desde 2015. É a fundadora também do Nomadismo Digital Portugal. Curiosa por natureza, passa demasiado tempo a questionar-se sobre o futuro das coisas. Vive hoje na Califórnia, em Silicon Valley, onde estuda Futures Thinking e reflete, demasiado, sobre o futuro.

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Partilha as tuas dúvidas, questões e reflexões no fórum privado do Nomadismo

3 respostas

  1. Obrigada pelo artigo. Muito claro e útil.
    Gostei especialmente da parte dos blogs e das redes sociais.
    Cristina

  2. O que precisas de interiorizar é que leres fórmulas, tutoriais ou passo a passo de quem ensina a criar uma atividade profissional no digital não faz de ti esse profissional.
    Adorei esta frase, Krystel e este post fez-me pensar muito no meu caminho e trajetórias. Estou a passar de alguém que estuda muito para praticar mais e aprender melhor.
    Por isso, mesmo se estiver a estudar ou a fazer um curso online, gosto de perceber o que vou retirar / aprender e sinto-me mais confiante a fazê-lo.
    Também começo a perceber o que falas: ser um bom profissional é ter algo muito difícil de replicar e esse é o caminho que quero construir (longe das redes sociais! eheh)

    1. Obrigada pela partilha, Rita. O digital permite-nos ser e fazer o que quisermos – não faz sentido estarmos a fazer mais do mesmo, não é verdade? 😀 abraço!

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