Viajar com pouco dinheiro: dicas para viajar com um orçamento limitado

Índice

Viajar é das experiências mais gratificantes e inesquecíveis que o Ser Humano pode vivenciar. Porém, há muitas pessoas que não o fazem por medo, falta de tempo e dinheiro. Mas é possível viajar com pouco dinheiro: e é sobre isto que vos venho falar hoje!

Para começar, o nosso orçamento para as viagens depende do seu tempo de duração. Fazer uma viagem de uma semana para França é diferente de viajar cinco meses para a América do Sul. Quando viajamos uma semana, acabamos por gastar mais dinheiro: só temos uma semana, queremos fazer mil e uma coisas e conhecer o maior número de locais possível…queremos aproveitar ao máximo!

Quando se faz uma viagem de vários meses, tem de ser planeado um orçamento diário. Caso contrário, passadas duas semanas já estaremos em casa com uma conta bancária arruinada! Para terem uma ideia, na minha viagem de sete meses pela Ásia, decidi não gastar mais de 15€ por dia e acabei por gastar apenas 4000€ no total com voos incluídos!

Viajar com pouco dinheiro e um orçamento curto não é para toda a gente. Temos de fazer alguns sacrifícios, mas é a única forma de conseguirmos viajar meses seguidos. O conforto de um hotel terá de ser substituído por um hostel ou casa partilhada, o que não implica que uma noite ou duas não seja possível ficar num local mais arrojado!

Alojamento

Hostel

Este tipo de alojamento vai-te ser precioso para viajar com pouco dinheiro! Pode até ser simples, mas é a melhor forma de estares em contacto com outros viajantes e trocar ideias. Foi em hostels que retirei as melhores dicas de viagem!

O hostel oferece normalmente uma vasta gama de quartos. Dormitórios com 4, 6 ou 10 camas, quarto individual ou quarto de casal. Os dormitórios são os mais baratos e ideal para viajar com pouco dinheiro. Quantas mais camas num quarto, mais barato fica. Caso estejas a viajar sozinho, sugiro que durmas em dormitórios pois é uma forma fácil de conhecer outros viajantes!

Se estás a viajar com mais pessoas, podem ver as opções de quartos privados, por vezes fica mais barato do que ficar no dormitório.

Acampar

Quem está a viajar com pouco dinheiro, esta é a forma de alojamento mais económica. Procura por um parque de campismo e por cerca de 5€ por noite consegues dormir num local em segurança, com duche e por vezes piscina!

Aqui, tens de ter em conta o factor clima, sendo que o Verão é a melhor altura para optares por este estilo de alojamento. Se optares pelo campismo, lembra-te que quando estiveres a fazer a tua mala, de pensar em levar tenda, colchão de campismo, saco cama e fogão camping gas.

Se fores aventureiro, podes até acampar de forma selvagem, perto de um rio, atrás das dunas: escolhe um local resguardado que ninguém consiga ver. Há até quem faça amizade com as pessoas locais e peça para montar a tenda no seu terreno, terraço ou quintal!

Couchsurfing

Esta comunidade de viajantes tem um site à tua disposição na qual preenches o teu perfil. Poderás procurar por um anfitrião que não se importe de ceder o sofá da sala ou até uma cama no quarto de visitas…sem que tenhas que pagar! É uma excelente forma de viajar com pouco dinheiro!

Atenção que o objectivo aqui é a troca de cultura e experiências, então não vale sair e entrar na casa sem falar com o anfitrião ou comer tudo dentro do frigorifico! Estás ali para conheceres e dares-te a conhecer.

Por outro lado, podes ir ao supermercado e cozinhar em casa, o que te fará poupar na alimentação. Porque não aproveitares para fazer um jantar do teu país para partilhares com o teu anfitrião?

Ficar em casa de pessoas locais é uma regalia. Para além de te abrirem portas diretas para a cultura do país no qual estás a viajar, vão partilhar contigo as melhores dicas de restaurantes e sítios a visitar, que jamais encontrarás no teu guia de viagens!

Podem ver as minhas dicas para novatos no couchsurfing clicando aqui.

Airbnb

Com o Airbnb podes alugar uma casa de particular inteira ou só um quarto na casa de um local. Depende das ofertas e do teu orçamento. O que esta forma de alojamento tem de especial é que podes ficar numa casa normal, mas também podes ficar num bungalow ou numa casa de árvore. Existem alojamentos que proporcionam experiências diferentes!

Com este tipo de alojamento, vais ter acesso a uma cozinha, onde poderás preparar as tuas refeições, perfeito para quando se quer viajar com pouco dinheiro.

Voluntariado

Hoje em dia tens sites como o Worlpackers ou Workaway que te permitem que trabalhes cerca de 4 horas diárias com duas folgas por semana num hostel, numa associação, numa quinta, ou em outros locais em troco de uma cama e, por vezes, de alimentação. É uma excelente forma de viajar com pouco dinheiro.

Se és uma pessoa apaixonada pela natureza, recomendo o WWOOF: já experimentei esta plataforma no Cuzco, no Peru; trabalhei num hostel familiar e foi das experiências mais bonitas que tive, pois estive em contacto direto com os peruanos, com o seu quotidiano e a sua cultura, ao mesmo tempo que convivi com viajantes da Argentina, Espanha e Inglaterra, que eram, tal como eu, voluntários no hostel!

Comida e Alimentação

Fazeres as tuas próprias refeições

Esta é a forma mais económica de comer! Perfeito e ideal para viajar com pouco dinheiro e ficar saudável. Vai ao supermercado ou mercado local e cozinha no hostel ou na casa onde estás hospedado.

Restaurante local

Tal como há cafés e “tascas” em Portugal onde é possível comer o prato do dia a um preço reduzido, para onde quer que viajes irás encontrar algo similar. Está atento às pessoas locais: onde é que elas vão comer? Quais são os restaurantes com mais pessoas?

Aqui importa fugir às zonas turísticas com os restaurantes turísticos, que normalmente são os mais caros e nem por isso de maior qualidade!

Comida de rua

Em continentes como a Ásia ou América Latina é normal encontrarmos bancas na rua a vender todo o tipo de comida, por preços como 1€, 2€ ou até menos! É ideal para quando quiseres comer algo rápido e mais local.

Mas atenção! Dá uma boa vistoria à banca, para ver se te parece limpa, se a água vem da torneira (cuidado com o gelo) e se os alimentos são frescos!

Mercados

Nos mercados locais tens a oportunidade, regra geral, de comer uma refeição económica…mas a qualidade nem sempre é a ideal. Mais uma vez, observa os estabelecimentos com maior número de pessoas que façam filas para comer.

Podes também ir às bancas no final do dia de mercado e pedir por vegetais e frutas que já não queiram: normalmente estão boas para consumo mas não têm boa aparência para serem vendidas ao público.

Happy Hour

Apetece-te ir para uma esplanada beber uma cerveja ou um cocktail? Está atento pois há cafés e bares que oferecem promoções durante um certo período de tempo!

Nada de aeroporto

Não te esqueças de ir ao supermercado antes de viajares de avião: os preços de aeroporto e a bordo são exorbitantes!

Não podes entrar com bebidas e líquidos no avião, mas com comida sólida estás à vontade.

Transportes

Autocarro

Por norma, os autocarros são a forma mais barata de viajar. Para conseguires os melhores preços, compra o bilhete na rodoviária, diretamente no site da companhia ou na estação de autocarros: não compres bilhetes nas agências de turismo!

Para viagens mais longas, aconselho-te a pedir um assento o mais à frente no autocarro, pois atrás sentes mais o movimento do autocarro, sendo mais difícil descansar.

Boleia

…é sinónimo de transporte grátis! As minhas melhores histórias de viagem foram passadas em boleias, por isso recomendo muito este tipo de transporte. Entendo que não é para toda a gente, mas se precisarem de umas dicas extras e uma dose de motivação, cliquem aqui!

Caminhar

Esta é outra forma grátis de te movimentares de um ponto A até a um ponto B e que ainda por cima tem a benesse de ser boa para a tua saúde!

Quando estamos a visitar uma cidade, acredito que caminhar e palmilhar a cidade é a melhor forma de a conhecer, pois paramos onde quisermos, encontramos locais surpresa e ainda convivemos com as pessoas locais.

Bicicleta

hostels e lojas que alugam bicicletas por preços muito acessíveis. Aqui também fazes exercício físico e chegas mais rapidamente aos sítios!

Quanto ao táxi ou Uber, utiliza só quando for estritamente necessário, ou quando são várias pessoas (para poderem partilhar o valor final do transporto).

Conselhos finais para viajar com pouco dinheiro

Compra dos voos

Recomendo a compra dos voos seis semanas antes da data pretendida. Terças e quartas-feiras são os dias mais económicos para viajar, assim como os melhores dias para reservar.

Atrações turísticas e museus

Pesquisa os dias em que os museus são grátis ou mais baratos. Por exemplo, em Lisboa, todos os primeiros domingos do mês os museus são gratuitos! Se fores estudante, leva o teu cartão de estudante pois em muitos sítios podes ter descontos em atrações turísticas e transportes.

Há atrações turísticas que ficam mais baratas quando o bilhete é comprado online: pesquisa primeiro, antes de viajares, o que há para ver na cidade para onde vais. Sejam criativos, as actividades mais simples podem ser grátis: dias na praia, caminhadas em percursos pedestres, um passeio no parque ou ver o pôr-do-sol de um ponto alto da cidade podem ser algumas das memórias mais importantes da tua viagem!

Dinheiro e câmbio

A melhor forma de termos dinheiro na moeda do país para o qual viajamos (se for fora da zona Euro), é trazê-lo connosco reservando no nosso banco. Uma semana antes da viagem, é possível fazer um pedido de levantamento de dinheiro nessa moeda e pagar apenas uma pequena taxa.

Quando já estiveres no país em questão e precisares de ir ao multibanco, levanta a maior quantia possível. Isso porque é sempre cobrada uma taxa por levantamento. Se levantares 20€ de cada vez será cobrada sempre a mesma taxa. Isso pode levar a que no final da viagem estejas na penúria por causa das taxas!

Quando viajo acompanhada, o que faço para evitar levantamentos exagerados é que uma semana levanto eu dinheiro, na outra semana levanta a pessoa com quem estou a viajar. Assim evita-se a posse de uma quantia exagerada de dinheiro e a taxa é cobrada apenas duas vezes por mês.

Autora do blog Viver a Viajar.

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6 respostas

  1. Olá,
    Realmente a parte do fazermos a nossa propria comida faz-nos poupar bastante.
    Mas tive este problema já mais de uma vez, senao todas as vezes que viajei, que é: sempre que estou a visitar uma cidade normalmente ocupo o dia todo a visitar museus, sitios, etc. e a questão é que para os planos do dia voltar para a casa/hostel/whatever é bastante tempo perdido assumindo que já está cozinhado e é só chegar e comer. Isto porque boa parte dos alojamentos mais à conta ficam fora da zona que visitamos. Também não fui dos que tive mais sorte aqui porque os melhores lugares para ficar enchem logo. De qualquer maneira existem sempre zonas de visita que ficam longe do sitio onde estamos alojados. É especialmente verdade nas cidades grandes e o resultado disto é que acabo quase sempre a comer em restaurantes.

    Como equilibras este tipo de coisas, seja fugir do centro para comer em restaurantes mais baratos ou ir ao hostel? Metes menos coisas para visitar no dia? Cozinhas o que tens de cozinhar no dia anterior à noite?

    Gostaria de ouvir a tua opinião 🙂
    PS: Normalmente visito cidades durante 5 ou 6 dias. Dai se calhar ter planos muito ambiciosos para o dia. E só a ler é dificil filtrar o que é bom investimento de tempo em termos de coisas a ver.

    1. Olá Helder!
      Ora aqui está uma questão pertinente. Até mesmo no nosso dia-a-dia gastamos imenso tempo a cozinhar, por isso quando viajamos queremos é usar todo o nosso tempo de forma rentável.

      No meu caso, a maior parte das minhas viagens foram lentas, ou seja, por exemplo, 4 meses para ir do México ao Panama por terra, então nunca achei que seria perda de tempo cozinhar, pois tinha muito tempo 🙂

      Como faço imenso Couch Surfing, acabamos por fazer, quase de forma natural, um dia sou eu que cozinho, outro dia é o meu anfitrião, isto já planeado no dia anterior.

      O pequeno almoço julgo ser fácil e rápido de fazer, o meu truque é em viagem, tomar sempre um pequeno almoço “de campeões”, ou seja, incluo ovos (alterno, um dia mexidos, outro estrelados, outro omelete), vegetais como pimento, cogumelos frescos e espinafres nos ovos, ou tomate numa torrada com azeite e oregãos às vezes com queijo. Por vezes faço aveia e misturo com frutos secos e mel. Não pode faltar a fruta, uma banana, sumo de laranja, barrar abacate no pão com sal e pimenta.

      Uma vez que tenhas um mega pequeno almoço, o almoço pode ser algo leve como uma ou duas sandes (sempre com vegetais incluidos). Levo também lanche como iogurte, frutos secos, bolachas, chocolate, barritas de cereais e fruta. Nessa semana de férias sempre podes ir uma vez comer fora, até para conhecer a gastronomia do país.

      Ao jantar normalmente faço massa como carbonara ou esparguete à bolonhesa por ser o mais prático, mas há receitas que demoram meia hora como alho francês à Brás. O truque do jantar é cozinhares uma vez em grandes quantidades, para que dê pelo menos para duas vezes, assim já podes chegar um dia ao hostel mais tarde porque tens ali a comidinha feita e só precisas de aquecer,

      Ah! Esqueci de mencionar que sou vegetariana 🙂 Se comes carne então é super fácil, metes um bife no pão e siga (para almoço)

      É claro que isto exige levares marmita e uma mochila para o dia e andares carregado. Eu faço imensas pausas de 10-20 minutos num banco de jardim para descansar, observar a vida por ali e ganhar mais energia para mais uma valente caminhada pela cidade! Sem esquecer da garrafa de água, recomendo vidro ou aluminio, para encheres ao longo do dia e aí poupas imenso também.

      Para te organizares melhor, antes de abalares para a tua viagem, podes escrever uma lista com as refeições que queres cozinhar (algo rápido e mais ou menos saudável) e os ingredientes necessarios. Assim que chegares ao país, vais logo ao supermercado comprar todos os ingredientes da lista 🙂 Nem quero imaginar estar em Edimburgo e no final do dia ainda ir ao supermercado e pensar no que vou jantar 😛

      Em países da Asia ou America Central, alguns da America do Sul, são tão baratos que acabas por fazer as 3 refeições fora, em bancas na rua, sempre fora da zona turistica.

      Isto é já uma opinião mais pessoal, mas eu prefiro visitar os espaços que considero mais importantes de cada cidade para não andar feita louca dum lado para o outro. Quando chegas a Portugal parece que vens ainda mais cansado e com a sensação que não aproveitaste nada! Normalmente tenho um mini plano já de Portugal e uma vez lá, falo com os locais e pergunto o que tenho mesmo de visitar. O que repetirem mais é onde vou e ainda dão-me dicas onde comer mega barato e outros lugares não-turisticos, que são os que gosto mais.

      Espero que tenha esclarecido as tuas dúvidas Helder, se tiveres mais questões estás à vontade!

      Boas viagens,
      Um abraço!

      1. Olá, excelente resposta! Muito Agradecido!
        Infelizmente ainda não consegui desfrutar de tempos de férias longos. Como trabalho os meus passeios têm de estar alinhados com as férias que me são aprovadas. No ano passado ainda tentei as 3 semanas seguidas mas foi um no-go :P. Sinceramente também não saberia como o fazer de forma eficiente em termos de custos. O que tenho feito é tirar 2 semanas sendo a primeira ou a primeira e metade da segunda para passear e o restante para descançar e/ou tratar de assuntos pendentes (e controlo de custos). Daí os planos serem um pouco exigentes. Já pensei seriamente ser mais relaxado e tentar filtrar mesmo o importante (ou partir em várias viagens). Faz alguma falta o tempo de simplesmente ficar sentado algures a absorver o que está à nossa volta.

        Actualmente tenho o objectivo de percorrer a Europa (ou vá, pelo menos parte dela), algo que já tinha em mente há muito tempo e ao mesmo tempo aproveitar para conhecer as cidades e perceber se podiam ser um destino mais permanente. E por isso esta questão é bastante pertinente porque gasto bastante dinheiro tanto na alimentação como no alojamento, porque, fora de Portugal, tudo parece extraordinariamente caro, principalmente os nórdicos que são os que tenho mais interesse :(. Adicionalmente também porque tenho Doença de Crohn e portanto controlar a minha alimentação é essencial (que tem ainda algumas restrições). O que tem acontecido é completamente o contrário! Como não preparo as refeições todas as idas aos restaurantes é sempre uma aventura mas até agora tem corrido tudo bem 🙂

        No que toca a alojamento tenho escolhido maioritariamente Hotel e a razão até agora prende-se em garantir em ter um WC limpo e livre caso precise por causa do Crohn. Na verdade tenho sempre um companheiro de viagem (senão os custos eram demasiado altos) mas é sempre mais fácil gerir porque é apenas uma pessoa. A minha ideia seria virar para hostel e poder poupar algum dinheiro.

        Aproveito para perguntar: Alguma vez tiveste alguma má experiência com numero reduzido de WCs ou WCs sujas num hostel? E em termos de sono? Eu como tenho um sono bastante leve existe sempre aquele receito de apanhar os party boys… ou pessoal que ressona xD.

        Mencionaste ter já uma listinha de refeições para comprar os ingredientes mal chegar. Os hostels têm frigorígico ou assim para as pessoas guardarem as suas coisas? Se sim poderá existir problemas de espaço? Estou a imaginar que existam ingredientes que necessitem de ficar frescos como por exemplo a carne (spoilers, não sou vegetariano :P).

        Realmente já tinha pensado muitas vezes levar comida já feita enquanto estou nos passeios. Apenas num hotel nao fomenta muito isso, apenas aqueles snacks entre refeições e águas.
        Quando tens refeições na mochila levas em algum recipiente com (covetes de) gelo para evitar que comida se estrague com o calor? Conheço tanto pessoas que sim e têm mesmo uma espécie de sacos que mantêm o frio e outras que dizem que o tempo entre preparar a comida e comer não tem muitas chances de estragar. Pessoalmente a primeira opção parace-me melhor o único problema é comer comida gelada :P. Gostava de saber a tua opinião e se tens alguma sugestão de algum recipiente/malinha que caiba dentro da mochila. Estou um pouco a assumir que usas algo do género visto que chocolate é um mimo para derreter :).

        Tenho de admitir que o meu cardápio de receitas é bastante curto (no entanto gosto muito desse alho francês à brás). Não por não gostar de cozinhar mas mais porque ainda não fiz assim grandes experiências na cozinha. Acho que o que amplifica esta situação é o facto de ter Crohn, como já referido em cima, que de momento me tem restringido bastante o que posso comer. Por exemplo: comidas com alto teor em fibra não são aconselhados, fruta neste momento só consigo comer maça e não posso abusar muito, entre outros. A questão aqui é se sabes algum livro/blog que dê variadas sugestões no que toca a receitas, particularmente as rápidas. Pode ser que consiga extrair qualquer coisa que possa fazer.

        Bem, acho que para já é isto. Sorry for the long post 😛
        PS: Garrafas para a água recomendas alguma em especial ou uma simples SIGG faz o trabalho?

        Cumprimentos!

        1. Então e tirar um ano sabatico? Olha que iria satisfazer muito a tua sede de viajar e como disse, quanto mais longa a duração da viagem, mais barata fica =)

          Esses assuntos para resolver, não podem ser resolvidos durante a semana? Olha que poderia ser tempo para utilizares em viagens hehe

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